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Velvet veludo.
Vichy famoso balneário da França que emprestou o nome ao xadrez dos biquínis.
Viscose fibra artificial, derivada da celulose, usada em combinação com o algodão.
Vison pele de animal do mesmo nome que possui pêlo curto, espesso, brilhante e durável. É uma das peles mais caras do mundo.
Varyform É um desenvolvimento exclusivo de alças da Triumph Internacional para um conforto inigualável. A alça Varyform é uma alça elástica que alarga no ombro, não tem costuras e não marca.
Versace, Gianni 1946-1997. Estilista. Nasceu na Calábria, na Itália. Em 1978, abriu sua própria empresa. Versace foi um dos mais importantes estilistas italianos das décadas de 80 e 90, famoso por seu forte senso de cor e proporções. Gostava de envolver a silhueta feminina com roupas de corte enviesado e sedas vaporosas. Suas idéias audaciosas eram executadas com alto nível técnico. Versace via suas roupas como manifestações de poder que produziam uma inabalável segurança. Quase sempre o corpo era envolto ou embrulhado. Nas roupas de Versace, referências históricas clássicas se mesclavam com ousadas formas geométricas e texturas complexas de cores brilhantes.
Vestido campestre No final da década de 1880 era um vestido de mangas compridas, de morim ou xadrez vichi com um babadinho na barra, lembrando os modelos simples usados pelas mulheres pioneiras da América do Norte. Na década de 70 Ralph Lauren lançou seu "estilo campestre", que apresentava anáguas brancas com babados usadas sob saias de brim e blusas de algodão adornadas com bordado inglês.
Vestido de baile Tradicionalmente, um vestido de saia rodada que chega pelo menos até o tornozelo e é feito de tecido luxuoso, com adornos delicados e exóticos. A maioria das versões é cortada com decotes que deixam nus os ombros. Desde meados do século XIX, a forma do vestido de baile mudou pouco. Embora tecidos sintéticos sejam às vezes usados, as fazendas mais comuns são cetim, seda, tafetá e veludo, com adornos de renda, pérolas, lantejoulas, bordados, franzidos e babados.
Vestido de chá Usados em meados do século XIX antes do jantar, os vestidos de chá possuíam estruturas simples, para permitir que o espartilho fosse afrouxado ou mesmo retirado. Em torno da década de 1870 aqduiriram características pouco práticas, possuindo caudas esmeradas, mangas compridas, cintura alta e roda atrás. Eram feitos com chiffon, musselina, seda ou cetim e adornados com babados de renda e fitas. Na década de 20, quando as mulheres começaram a livrar-se dos espartilhos e os vestidos de coquetel recortados e esguios entraram na moda, o vestido de chá foi caindo em desuso. Foi substituído pelo robe da década de 50.
Vestido de coquetel Os coquitéis, invenção dos americanos, tornaram-se populares na década de 20. O vestido de coquetel, também usado para um jantar, baniu para sempre o vestido de chá, ou vestido da tarde. Era curto (ia até os joelhos ou abaixo deles), geralmente confeccionados de lã, cetim, seda, veludo e outros tecidos luxuosos; podia ter bordados ou outros adornos e freqüentemente revelava os ombros e braços. Uma das formas desse vestido, baseado nas linhas simples da camisa íntima, tornou-se básico para ocasião; sua versão em preto ficou conhecida como pretinho, peça fundamental na maioria dos guarda-roupas femininos. Originalmente difundido nos anos 20 e 30 por Chanel o vestido de coquetel continuou popular.
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Fontes:
"A,B,C da Moda", Xico Gonçalves
"Chic - Guia Básico de Moda e estilo", Gloria Kalil.
www.triumph.com.br
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